Ginecologia-Obstetrícia

A ultrassonografia é um método alicerçado no fenômeno de interação de som e tecidos. A partir da
transmissão de onda sonora de alta freqüência (>20.000 Hz), observamos as propriedades mecânicas dos
tecidos.

ginecologia-obstetricia

É um método de diagnóstico por imagem com excelente relação custo x benefício, tendo como suas
principais características:

• Ser um método não invasivo ou minimamente invasivo
• As imagens seccionais podem ser obtidas em qualquer orientação espacial
• Não apresenta efeitos nocivos significativos dentro do uso diagnóstico na medicina
• Não utiliza radiação ionizante
• Possibilita o estudo não invasivo da hemodinâmica corporal através do efeito Doppler
• A aquisição das imagens é realizada em tempo real, permitindo o estudo do movimento das estruturas a
serem analisadas

Ultrassonografia Transvaginal

Através de uma sonda anatômica colocada na cavidade vaginal, avaliamos os órgãos genitais internos como útero, ovários e trompas.

Exame totalmente indolor, tem como principais indicações a pesquisa de miomas, pólipos endometriais e endocervicais, câncer de endométrio, endometriose, cisto e câncer de ovário, e hidrossalpinge (dilatação das trompas).

A Ultrassonografia transvaginal é também o exame mais utilizado na avaliação da gestação até a 13ª semana.

Ultrassonografia Transvaginal com Doppler Colorido

Exame totalmente indolor, tem como finalidade realizar o mapeamento dos vasos sanguíneos da pelve feminina no intuito de rastrear, através da anormalidade de fluxo sanguíneo, possíveis patologias malígnas como câncer de endométrio e de ovário.

Também utilizada entre 11 e 13 semanas de gestação, objetiva estudar o fluxo sanguíneo no compartimento
vascular fetal (ducto venoso e artéria umbilical), que quando alterado é um forte marcador de patologia
cardíaca fetal, e consequentemente de cromossomopatias. (Ex.: síndromes de Down, Turner, Edwards e
Patau).

Ultrassonografia Pélvica Ginecológica

Através de uma sonda colocada na pelve da paciente, avaliam-se os órgãos genitais internos como útero, ovários e trompas.

Exame indolor, mais utilizado em pacientes que não podem realizar o exame pela via transvaginal, porém é de baixa acuidade tendo em vista que utiliza uma janela acústica formada pela bexiga que deve estar completamente cheia, o que pode causar também certo desconforto.

Preparo: é necessária a ingestão de cinco copos de líquido de 200 ml (água, sucos, refrigerantes, mate), iniciando-se a ingestão 2 horas antes do exame e de forma lenta, e reter a urina.

Ultrassonografia Obstétrica

Totalmente inócua para o feto, a ultrassonografia obstétrica, obrigatória no acompanhamento pré-natal, é
realizada em diversas fases da gestação, de acordo com a necessidade de cada caso.

Aconselha-se no mínimo uma ultrassonografia por trimestre durante a gestação, ou seja, com 12 semanas
translucência nucal), 22 semanas (morfológica) e 37 semanas (no terceiro trimestre a ultrassonografia obstétrica
nos dará informações a respeito do crescimento fetal – peso fetal, volume de líquido amniótico e avaliação
placentária).

Ultrassonografia Morfológica

Realizada em torno de 22 semanas, tem como principal objetivo avaliar a anatomia fetal e seus anexos
cordão e placenta). Estuda-se o feto internamente (cérebro, coração, pulmões, fígado, estômago, rins,
intestino, bexiga, ossos, etc), assim como suas estruturas superficiais (coluna, face, membros, sexo, etc).

Esta ultrassonografia é de extrema importância, pois algumas patologias detectadas nesta fase da
gestação podem ser tratadas ainda na fase intrauterina pelo especialista em medicina fetal, evitando-se
assim uma lesão definitiva do órgão em questão.

A sensibilidade da ultrassonografia morfológica na detecção de anormalidades estruturais do feto é em
torno de 85% quando realizada entre 22 e 25 semanas de gestação. Exame realizado fora desse período
apresenta sensibilidade inferior à referida. Portanto, resultado normal não exclui a possibilidade do recém
nascido apresentar anomalias estruturais, doenças gênicas, retardo mental e cromossomopatias (por
exemplo Síndrome de Down).

Os achados descritos são dependentes da resolução do método, das limitações técnicas e da estática fetal
(posição que o feto ocupa no útero durante a realização do exame).

Dopplerfluxometria Obstétrica

Através da análise da onda de fluxo sanguíneo, avaliamos a circulação materna (artérias uterinas) e fetal (artérias umbilical e cerebral).

Do lado materno avalia-se a possibilidade da paciente vir a ter pré-eclâmpsia (pressão alta na gestação), e do lado fetal estudamos a vitabilidade (bem-estar fetal).

O exame normalmente é realizado com 26 semanas de gestação e repetido conforme a necessidade clínica.

 

 

 

Cardiotocografia Basal

A cardiotocografia pode ser realizada a partir da 28ª semana de gestação, e consiste no registro da freqüência cardíaca fetal, da contratilidade uterina espontânea e dos movimentos fetais através da colocação de transdutores no abdomen materno, que farão esse registro.

Trata-se de importante exame biofísico capaz de nos informar acerca do bem-estar fetal, podendo ser realizada no período pré-natal ou durante o trabalho de parto.

Podemos utilizar estímulos vibroacústicos com o intuito de testar a reação do concepto, principalmente nos fetos em períodos de repouso fisiológico, ou naqueles cujas mães estão sob efeito de drogas depressoras do sistema nervoso central (tranquilizantes).É um exame totalmente indolor e inócuo, e sua duração é de 20 a 40 minutos.

Perfil Biofísico Fetal

O perfil biofísico fetal é método propedêutico não invasivo que associa dois exames: a cardiotocografia e a
ultrassonografia.

É exame rastreador da vitabilidade fetal utilizado em grande escala no acompanhamento das gestações de
alto risco, assim como no acompanhamento rotineiro do bem-estar fetal.

Os parâmetros sonográficos avaliados são: volume de líquido amniótico, movimentação e tônus fetal, e
movimento respiratório fetal.

 

 

Ultrassonografia Mamária

Método indolor e rápido de se avaliar as mamas, mais comumente utilizado nas pacientes com menos de 40 anos e sem história anterior ou familiar de câncer mamário.

Sua principal indicação está na diferenciação entre cisto simples e nódulo sólido.

Vale lembrar que a ultrassonografia não é o método ideal para rastrear câncer de mama, cabendo esse papel à Mamografia.

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